sábado, 14 de abril de 2012

Shinee hello

Cute I LOVE YOU SHINEE!!!

NIX


Amigos, hoje vou lhes mostrar um grande e singelo exemplo de cumplicidade entre o leitor(a) e o(a) Blogueiro(a), pois o(a) leitor(a) é a menina dos olhos de quem faz a  postagem.           
                       Aviso aos Leitores
Caros Leitores, gostaria de lhes informar que a partir desta segunda (06/02/2012) não estarei postando como antes, pois as aulas irão retornar, e eu preciso muito estudar esse ano, porém não se preoculpem, eu não os deixarei. Sempre que puder estarei atualizando o Blog. Quero agradecer a todos vocês que estão sempre aqui visualizando minhas postagens e deixando brilho em minha escuridão. Agradeço especialmente a Fabio Kevein, Lady Dark e Fael por todo o carinho e apoio.

Pode haver muitos tormentos, muita solidão, muita melancolia. Mas lembre-se, cada noite é o início de um novo dia, e, todos os dias renovamo-nos nessa senhora tão sombria e bela.

                  Comentários no Blog da Nix

Fael disse:
Que você detenha toda a sabedoria e conhecimento que almeja, pois assim terá o poder, discernimento, decisão, sucesso e toda a simplicidade para cativar ainda mais seus admiradores. Nix você já é, e certamente continuará sendo o espelho para muitas pessoas. Sentirei falta da sua silhueta, dos seus vestígios, mas agora esta mais viva que nunca as suas escritas, seus sentimentos, suas abordagens e sua lembrança. Que você tenha nos estudos a mesma aplicação como neste Blog. †Alba Lupus†

Lady Dark disse:
Faço das palavras do Fael as minhas e mais, que fortaleça em seus dias os pilares do conhecimento, para edificares em ti o castelo de sabedorias. Que sejas bem sucedida querida.

*Amigos fiz essa homenagem a Nix não porque ela citou o meu nome, ou o da Lady, e mesmo o do Fabio, mas pelo carinho e atenção que ela dispensa a seus leitores, além do grande talento que ela tem. Obrigado mais uma vez Nix... 
O mundo Gótico agradece ser eterno ser... 
Boa Semana a todos.
Você que ainda não visitou esse maravilhoso Blog, vá conferir tamanha riqueza em temas e postagens...

quarta-feira, 7 de março de 2012

Lei da Serpente

Eu sou apenas o reflexo de quem me vê ... 
Ou eu não sou? 
Eles vêem que eu não posso, 
o que poderia ser, ou que não podia ser. 
 Ainda me lembro das sombras da minha linhagem. 
A grandeza que possui, eu não posso ignorar a verdade
 Mas ... Eu acredito em laços de sangue, 
As verdades são abstratas para o coração
 incoerentes para o ouvido, Mas óbvia para a alma
Que a verdade seja dita, e eu devo dizer, 
eu vou para nada mais do que minha própria ilusão. 
E se há aqueles que deseja alimenta-la, eles são bem vindos. 
Para sempre haverá aqueles que desejam ver o fim. 
Ria comigo, me empreste seus ouvidos e escute um conto
 eu vou desenhar um sorriso e vejo você me olhar. 
Onde? Não me atrevo a comentar. 
eu sou apenas o reflexo do que eu gostaria que você visse
a história do meu coração deseja ser contada. 
É a história de fúria de um tigre, é a história da garra de um dragão, 
Vivi ... pela lei da serpente.
Abrace a si mesmo, 
A viagem ainda esta no meio do caminho...

Punhal

Beberei deste sangue que 
me escorre pelo peito
numa taça de cristal quebrada,
sobre o punhal de lamina afiada,
que corta a alma , que mata.
Resistirei à dor ,
fincarei mais ainda
para nunca esquecer o desamor.

Beberei deste sangue até a ultima gota
para nunca esquecer tua traição.
Saciando minha ira
carregarei este punhal no coração.

Punhal de muitas faces,
cortaste minha carne
sem piedade, sem compaixão,
sobressaltando do meu corpo
a cor vermelha espalhando-se pelo chão.

Lavarei minhas vestes brancas
neste sangue derramado
que tornar-se-á a mortalha
deste corpo dilacerado.

És punhal
em todos os teus atos.

terça-feira, 6 de março de 2012

PRIMAVERA


PRIMAVERA
Chegou a primavera
Trazendo consigo novas esperanças...
Minha mente teima em lembrar você
Mesmo sem sentir o gosto de teus beijos
Meu amor se transporta até você
Junto a alma pega carona
e chega até teu ser, agitando
teu coração...
Uma sensação de felicidade
explode dentro de nós
É o amor anunciando o alvorecer
junto com a primavera!
O sol iluminando minha face
me faz recordar de você...
Não sinto saudades não!
Somente esta vontade de tê-la
sempre perto às vezes me perturba...
Às vezes o peito revolta
Mas está tudo bem, a vida é assim mesmo,
Somente os momentos de alegria
Os nossos momentos devem ficar
na lembrança
São os momentos mais gostosos
de minha vida
Menina! Se soubesse do amor que sinto
por você!
Da alegria que se apossa de meu peito
quando estamos juntos!
Saberia que alguém neste mundo te ama
como ninguém jamais o fará.
Sou como menino que descobriu
seu primeiro amor...
 Nada mais me  importa na vida
Apenas esta vontade de tê-la sempre
perto de mim.
É o amor que bateu no coração
e resolveu  fazer morada no meu peito...
Nada mais importa, a não ser seu amor

QUANDO ISMÁLIA ENLOUQUECEU

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Feia, Pobre e Burra

Feia, Pobre e Burra

MOREI EM UMA CASA MAL ASSOMBRADA

*Foto meramente ilustrativa

Não sei qual a sua religião e nem em que você acredita... A história a seguir é absolutamente real. Aconteceu comigo e com minha família. Vou resumir o máximo que eu puder... Em 1997 eu morava em Porto Nacional, Tocantins e trabalhava como locutora no Sistema de Comunicação Jaime Câmara, afiliada da Rede Globo, aliás, antes de ser servidora pública, esta era minha profissão e a exerci com muito amor e dedicação por vários anos. Quando mudei para Porto, a princípio, morava em um bairro afastado e como comecei a trabalhar no centro, logo mudei para mais perto. A casa ficava a uma quadra da rádio e apesar de bem antiga, estava razoavelmente conservada e era muito grande. Eram cinco quartos, duas salas, 3 banheiros, uma cozinha enorme, dependência de empregada e dispensa. Para mim era um achado: Uma casa maravilhosa, bairro central e o melhor: o preço do aluguel era ótimo. A casa tinha ainda espaçosa área e garagem. Logo que mudamos, comecei a notar alterações no sono do meu filho do meio, eu  tinha ele com quase quatro anos e o mais velho com dez. Ele, meu filho, acordava chorando. Chorando não, melhor dizer: gritando! A impressão que eu tinha era que ele “via coisas”. E eu tenho certeza que via mesmo! Era comum vê-lo gritando acompanhando “algo” horrível pelas paredes! Ele dizia: BICHO! BICHO! Seguia com o dedinho. Tão pequeno. Tão frágil... ele queria que eu visse o que ele via. Não sei o que era, mas a aparência devia ser aterrorizadora, porque eu via muito medo e um certo desespero no rostinho dele. Era apavorante. Meu marido trabalhava em uma obra em Natividade, uns 600 km de distância. Estrada de chão. Na época eu tinha duas “secretárias”, uma era encarregada exclusivamente para cuidar deles. Uma noite ela ficou tão apavorada que saiu correndo e deixou ele sozinho, foi correndo chamar-me na rádio que era a uma quadra. Meu horário era de 19h à 1h. Conversei com o vigilante, ele ficou trocando músicas pra mim e eu corri para casa. Quando cheguei, o quadro era de horror. A minha secretária estava na rua, não tinha coragem de entrar e meu filho estava deitado no chão da sala em frente à TV, os olhos estavam virados e ele balançava a cabeça de um lado para o outro e dizia: VAMO'PRA IGREJA! VAMO'PRA IGREJA! Repetia essa frase sem parar. Quando vi aquela cena, me joguei em cima dele, comecei a rezar e a chorar. Clamei com o coração pela misericórdia divina e aos poucos, ele foi “voltando”. Fiquei atônita com tudo aquilo e comecei a frequentar a Renovação Carismática. Uma semana depois desse episódio, outra coisa sinistra aconteceu: Eu tinha acabado de chegar do trabalho, era mais ou menos umas duas horas quando deitei. Ainda estava naquela fase inicial do sono. Algo entre “cochilando” e pensando nos acontecimentos do dia. De repente eu senti, juro, que uma mão muito fria segurou meu tornozelo. Eu não conseguia gritar. Não conseguia me mexer. Fiquei em estado de choque. Eu sei... você deve estar pensando: era um pesadelo. Não era! Eu estava acordada. Puxei a perna com força e meu primeiro pensamento foi: as meninas devem ter se descuidado e entrou alguém na casa. Imaginei um ladrão, um tarado ou algo assim. Fiquei paralisada. Só conseguia pensar na situação e imaginar saídas. Sabia que teria que fazer alguma coisa. A segurança dos meus filhos dependia de mim! Levantei rapidamente, acendi a luz, corri na cozinha e peguei uma faca, me atirei no chão olhando embaixo da cama! Meu Deus! Não tinha nada lá! Não sabia se me sentia aliviada ou com mais medo ainda. Até hoje sinto um arrepio na espinha e lembro perfeitamente daquela mão gelada no meu pé. A essas alturas eu já estava muito doente. Não dormia. Comia compulsivamente. Tinha taquicardia. Corria ao hospital. Os médicos já estavam me conhecendo pelo nome. A primeira impressão era de infarto. Não era. Tiramos férias e fomos para Curitiba. Acabei internada por 08 dias. O diagnóstico: estresse. Fiz um tratamento de sonoterapia. Quando voltamos, narrei para minha vizinha da direita sobre tudo que tinha acontecido. Ela me disse que, não havia comentado nada antes porque achava que comigo seria diferente. Na verdade, ninguém parava naquela casa. O dono da casa, tinha sido piloto de avião e havia morrido em um acidente. Seu corpo nunca fora encontrado e desde que isso aconteceu, seus herdeiros brigavam pela casa. Sem contar que segundo ela, a casa era tudo para ele. Tudo que ele ganhava, investia na casa que era seu motivo de orgulho. Já haviam passado inúmeras pessoas e todas relatavam as mesmas coisas. Liguei para meu marido que já estava em Alvorada do Norte, em Goiás e falei que se ele não me levasse imediatamente com ele, eu iria me hospedar em um hotel. Arrumei a mudança em um dia. Fiz as malas. Larguei tudo. Pedi a uma amiga que embarcasse minhas coisas. Não olhei nem para trás. Tentamos esquecer tudo aquilo. Fui para Goiânia, fiz um tratamento com um psiquiatra. Estava mesmo com o quadro de depressão, angústia, ansiedade e síndrome de pânico. Fiz um tratamento rigorosíssimo e hoje está tudo sob controle. Sei que não estava “louca” porque todos sentíamos algo de excepcional naquela casa. A moça que trabalhava comigo foi embora. Acho que não teve coragem de se despedir, de justificar sua partida, simplesmente se foi. Nem quis receber o que era de direito. Meu filho nunca tocou no assunto. Um dia ainda quero perguntar quais as lembranças que ele guarda disso tudo. Eu, mesmo após tanto tempo, não consigo dormir com os pés descobertos e os mantenho longe da "beirada" da cama. Apesar de tudo, na minha cabeça, ficou tudo como se fosse um filme de terror que participamos como coadjuvantes mas que graças a Deus, acabou. Beijos.